Erika em CONVERSAS DE REDES - UOL Blog

Eu não posso calar a minnha voz
E quem pode?
Calar pros outros,se dentro de mim ela é livre pra gritar o que quiser...
Se meu mundo sou eu,em primeiro lugar,
Eu sou tudo o que tenho.
E você?
É seu mundo,enrroscado no meu,
ou coisa e tal,ou parece ser...
Só não não tente tirar de mim o que não nos pertence,
Só não me peça pra falar o que eu tento calar agora.
Os moinhos ainda correm,
vamos seguir com o vento,
você não é a primeira pedra,nem a última,
nem a mais forte,nem a menos pisada,
Mas,é a pedra que sustenta meu muro de concreto
nesse momento...
A impenetrável.
Sejamos então,esse muro,
mas sejamos cada um,cada pedra compatível dele,
pois,se cada uma não cumpre a sua função...
........... O muro tende a cair...............

Simpatia é quase Amor...
Apesar da chuva que caí esses dias
Já posso sentir um brilho do sol
E um cheiro de flor que vem de dentro
Eu vim do coração um país
Das entranhas de um estado,
Reconheço o calor do sangue nas veias
E ouço o pulsar dos calos nas mãos secas
Essa brisa sussurrando no silêncio é uma mensagem dos Encantados
Que soa nos ouvidos dos vivos
Mas, nos dos poetas, esse som percorre a alma e saí em forma de rima e olhares
São rimas de boa ventura.
Vem pra dizer aos homens solitários, que alguém os espera
Ele vem para os desesperados e para os suficientemente amados,
Os olhares são de luz,clareiam e aquecem,
abraçam para acalmar e se equilibram para não cegar
Alguns aceitam as rimas, outros os olhares
Ainda há quem não se permita nenhum dos dois
Mas, aos homens de substância penetrável, a paz faz morada em suas vidas,
criando uma corrente de realização que a vida se encarrega de transformar em amanhecer...
Erika Galindo,18 de Agosto de 2008
Zeto,Bia Marinho e Marinho
Eu tava quieto no meu canto e vem você
Me apurriar, aperriar meu coração
Quebrou a porta do armário do meu peito
Você não tinha nada de dizer que me amava
Você não tinha nada de dizer que me queria
Você não tinha nada que tocar minhas cantigas
Você não tinha nada que virar minha poesia
Você não tinha nada de dizer que me queria
Você não tinha nada que tocar minhas cantigas
Fez dos meus braços armador pra sua rede
Matou a sede quando quis os beijos meus
Buscou abrigo pro seu corpo no meu corpo
Depois saiu batendo a porta e disse adeus
Adeus agora quem lhe diz sou eu
Não volte, você vai se machucar
Não venha procurar mais meu carinho
Se toque, fique lá que eu fico cá! (bis)
Esquecemos de viver... 
"Quando somos crianças, somos um pouco de cada coisa.
Artista, cientista, atleta, erudito. align=baseline border=0>
Às vezes parece que crescer é desistir destas coisas, uma a uma.
Todos nos arrependemos por coisas das quais desistimos.
Algo de que sentimos falta.
De que desistimos por sermos muito preguiçosos,
Ou por não conseguirmos nos sobressair, ou por termos medo".
(Kevin Arnold, Episódio "Coda" - Anos Incriveis)


Um dia ele chegou tão de repente
Do jeito de nunca chegar
Pois, ele sempre pareceu muito mais quente
Do que o jeito de ontem chegar...
Sempre foi tão mais evidente
Do que o mascarado que me puxou pra conversar
E ontem acabamos tudo
Como há muito tempo não se ousava acabar
São poucas as pessoas boas que nos deixamos encostar
E ele que era ternura e calma
Se virou em raiva e começou a gritar
E eu que sempre fui mais forte
Me senti tão frágil
Como nenhuma mulher perto de mim se deixava ser...
Não que eu não me entendesse,
Mas esse mal querer-me deixou-me ver
Que sinto totalmente a falta de alguém que foi
Sem deixasse ser.
E minha paz se foi embora, e esse amor não volta
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